Beto Cult


Um intelectual de vários mundos

Durante meses, nosso mais ilustrado colunista resistiu a todos os convites para escrever uma coluna no Sacolão. Ele acabara de ganhar o primeiro prêmio no International Light Poetry Festival, realizado anualmente no Nepal, vencendo cerca de 200 candidatos de todo o mundo. Seu contrato como regente da Filarmônica Downunder, na Austrália, fora cancelado e ele passava por um traumático divórcio da filósofa e antropóloga Marjorie Main Montefiore, após uma união de 20 anos.

Ele vivia emoções e tristezas conflitantes, tendo ainda de enfrentar um deadline da sua editora para entregar os últimos originais de sua monumental enciclopédia “Mundo, Vasto Mundo”, com 16 volumes.
Mas nosso editor, Castor Jr. não desistiu do convite. Por fim, no ano passado, Beto Cult capitulou e aceitou assinar uma coluna, impondo somente duas exigências: total liberdade de assuntos e quatro dias de férias todo mês de setembro, segundo explicou, para iniciar seu novo romance.

Desde a estréia de sua coluna, Meu Mundo, um ano atrás, sua volumosa correspondência caracterizou-se por leitores de elevado nível cultural. Um deles, o quase Nobel de poesia, o paquistanês Kuba Nah Khan, admirador confesso de Cult.

Espírito inquieto e aventureiro, nosso colunista confessa ter, no momento, um projeto maior: prosseguir na pesquisa para a realização de sua gigantesca enciclopédia, com o título provisório de Breve História da Civilização Marajoara, que terá 34 volumes.

Edição 071
O que é um agitador cultural?
Edição 077
Lição para os intolerantes
Edição 082
Palestras e interferências
Edição 087
Meu tour de cultura e emoção
Edição 092
Uma tragédia das Olimpíadas
Edição 097
Por que não fui à posse de Barack Obama
Edição 102

Meu professor e Jean Charles

Edição 107
As mentes inferiores