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Bloombury, uma vida entre
livros
Llewellyn
Felching Chávez Bloombury, um dos mais respeitados
críticos literários internacionais, cresceu entre
os livros, pois seu pai, o irlandês Seamus Joyce Wilde Bloombury
era poeta, tradutor e dono de uma livraria em Belfast, no norte
da Irlanda. A mãe, a guatemalteca Rosário de los
Rios la Bamba Castro Chávez, era poetisa e declamadora
famosa em seu país e desde cedo lia os clássicos
para o filho antes de dormir (ele, não ela), que assim,
desde a mais tenra idade, aprendeu a amar os livros.
Bloombury (o Lallo ele tirou do apelido de infância do bisavô),
53 anos, casado, pai de sete filhos, tem entre seus escritores
prediletos Mickey Spillane, Saulo Coelho, Grace Metalious, Nevada
Smith, Jacqueline Susann, Harold Robbins, J.G. de Araújo
Jorge e Shakespeare.
Escrevendo (em perfeito português) para o SacolãoBrasil
há quatro anos, um dos nossos mais populares colunistas
mora no interior do Paquistão, de onde envia colaborações
para cinco outros países. Entre suas frases de cabeceira,
esta: “Leia, leia, leia, leia até cansar. Não
importa a qualidade do livro, por mais medíocre que seja,
sempre sobra algo útil em sua mente”.
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