Tânya Elizabette


“A noite me ensinou tudo o que sei”

A mais popular colunista do SacolãoBrasil, Tânya Elizabette recebe cerca de dois mil e-mails por mês, dos quais, 300 são pedidos de casamentos, encontros e algumas solicitações impublicáveis.Ela responde a todos com educação e bom humor, qualidades que aprendeu com o padrasto, farmacêutico e exímio violinista de muitas serestas no interior de São Paulo.

De origem humilde, saiu de casa aos 17 anos e seu primeiro emprego foi de garçonete numa boate de Ribeirão Preto, onde conheceu seu primeiro marido e de quem se separou sete meses depois, ao descobrir que era um vereador procurado pela polícia.

“Mas não aprendi a lição”, Tanya conta, “porque, dois anos depois, fui trabalhar como secretária de um deputado federal que aprontou horrores, comigo, com seus eleitores e com os cofres públicos. Acabou fugindo do país, quando soube que havia uma ordem de prisão contra ele”.

Durante uma recepção em Brasília, conheceu o segundo dos seus cinco maridos, o empresário Leonardo José Tramposo, que ela considera o homem de sua vida.

Uma série de infelizes acontecimentos, pessoais e econômicos, levou Tanya a trabalhar por 12 anos como “escort woman” para turistas estrangeiros. Foi quando aprendeu tudo o que sabe sobre as chamadas “damas da noite e filhas das trevas”, segundo definição de seu grande amigo, o travesti e transformista Johnny LeMar.

“Nesses anos todos”, ela diz, “conheci tudo sobre a noite, sua gente, seus altos e baixos, suas conversas, truques, macetes e cantadas”. E confessa: “Para me seduzir, porém, não é preciso muito. Basta ternura, papo fino e um bom champanhe”.

Edição 001
Um pouco de mim para todos
Edição 002
Meus três queridos amigos
Edição 003
Nossos dramas na noite
Edição 005
Problemas na delegacia
Edição 006
O estranho caso do conde
Edição 007
Na noite, cada caso é um caso
Edição 009
Os perigos do apagão
Edição 010
Nem tudo é sério neste mundo
Edição 011
Vamos falar de coisa séria:nosso sindicato
Edição 014
Meu adeus ao amigo Pente Fino
Edição 015
"Damas da noite, filhas das trevas"
Edição 016 Lembranças da Madame Lavínia
Edição 018 Pedofilia é uma doença perigosa
Edição 019 A Itália quer mandar as prostitutas para casa
Edição 024 No meu balanço do ano
Edição 026 Uma visita de sonho ao Caribe
Edição 028 Respondendo aos meus leitores e admiradores
Edição 030 Não perco nunca as paradas gay
Edição 032 O que aconteceu com meus amigos árabes?
Edição 034 Estamos enfrentando o Sexo Zero
Edição 037 Tudo acontece no Carnaval, pra melhor ou pior
Edição 042 Uma parte da farra estava no avião,
a outra, na “very hot” Hong Kong
Edição 045 Eleição chegou, trabalho para nós
Edição 047 Não quero nada com o governo, só “por fora”
Edição 053 Sempre que vou a Brasília algo acontece
Edição 056 Crise pros políticos, dinheiro pra nós
Edição 060 Nós fomos pioneiras com a Dasmu
Edição 066 Na Alemanha, minha copa foi outra
Edição 072 Uma festa de deputados em Brasília
Edição 077 Julho é mês de ofertas
Edição 083 Minha velha cisma com o mar
Edição 088 O romântico maio e outras coisas
Edição 093 Meu desejo de fim de ano
Edição 098 A tal crise me atacou também
Edição 103 O senador e a moça inocente
Edição 108 Perdemos a nossa rua e nosso trabalho