Viva o novo brasilianista!

Achei bastante interessante o texto e o ponto de vista do novo brasilianista do seu jornal, o americano Stan O. Laurel. Embora sua visão da América Latina tenha um pouco do preconceito típico dos norte-americanos, creio que ele fará uma proveitosa parceria com o outro brasilianista, o britânico Kenneth Goodson.Gostaria que vocês me esclarecessem uma dúvida: o nome dele, Stan O. Laurel, me soa familiar. De onde veio? - Harold Keaton Lloyd, Três Lagoas. MT.

Nosso novo brasilianista explica que o nome lhe foi dado pelo pai, grande admirador da dupla cômica da velha Hollywood O Gordo e o Magro, cujos nomes verdadeiros eram Stan Laurel e Oliver Hardy.

Se vocês querem saber, não sou lá muito fã desses brasilianistas que andam pela nossa imprensa.Pra começar, não tenho a menor idéia o que quer dizer brasilianista e, muitas vezes, não entendo também o que eles escrevem. Mas confesso que gostei da estréia do tal Stan O. Laurel. Ele tem senso de humor, talvez pra compensar a sua total ignorância sobre geografia. Aliás, essa ignorância das coisas da América Latina é bem de americano, brasilianista ou não. Seja como for, vamos aguardar os próximos artigos dele. - Gary Cooper Silveira, Recife, PB.

Humor na ópera

Leitor assíduo do seu jornal, gostaria de oferecer uma sugestão que, creio, fará com ele seja mais divertido ainda: contratar um crítico para analisar óperas! Não conheço nada mais chato! Aposto que seria muito engraçado. - Rossini Almeida Gomes, Cachoeiro do Itapemirim, ES.

Achamos que não teria muita graça, Rossini. Assim como artistas de circo, sociólogos e overloquistas, o pessoal abnegado que se dedica à ópera já sofre demais com a profissão que escolheu.

Onde estão as gatonas?

Adorei a última edição, com uma página central de tirar o fôlego! Aquelas "gatonas" nuas, vestidas de freiras, estão entre as mais desejáveis que já vi na minha vida. E olhe que sou especialista nisso, pois desde os 12 anos compro todas as revistas masculinas brasileiras, sem falar nas estrangeiras. Quero mais mulheres como aquelas. Congratulações. - Sigmundo Koertner Breuer, São Paulo.

Olha, Sigmundo, acho que você trocou as bolas. Que página central, que gatonas nuas? Você parece aquele cara da piada que via mulher nua em todo lugar, até no Almanaque Saúde da Mulher. Somos uma publicação séria, não apelamos para esses expedientes.

Leitora irada

Posso ser socialite, milionária e fútil, mas não sou imbecil. É assim que sou tratada pelo seu jornal, já em várias ocasiões. Só porque fiz um seguro de vida de três milhões de reais para a minha cadela Lolipope,ou porque doei 500 mil reais para as obras assistenciais do meu cunhado,o deputado Tupinambá Luiz Muniz, o Lilico, e porque declarei uma vez que detestava pobres, isso não dá a vocês o direito de me humilhar com seu humor ofensivo e sem graça. - Nininha Linda Hudson Lima, Rio de Janeiro.