ANO VI NÚMERO 64

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Diretora brasileira vai filmar o
Brokeback Mountain feminino

Por Nirvana Blue
do Caderno Mulher Livre

Assim que saiu da sessão, onde assistiu ao filme “Brokeback Mountain”, a atriz e diretora Dyke Adams só pensava numa coisa, fazer uma versão do premiado filme americano, mas com uma mudança: em vez de homens, os papéis centrais serão defen-didos por mulheres.

Apesar do nome, Dyke, uma bela morena de
34 anos, é brasileira, nascida nos arredores de Petrópolis, e dirigiu seu primeiro filme aos 20 anos. Chamou-se “Meus Amores Sem Fronteiras”, que segundo ela abordava uma paixão proibida entre três vizinhas, e “era muito ruim, a ponto de eu queimar a única cópia”. (segue)

Dyke e amigas escolhem locações para o filme em Petrópolis
Crise econômica e casamento aberto
quase somem com as noivas de maio

Por Carina B. Vieira
Editora de Nossa Vida Social

Dono da tradicional Papel Passado, que já teve seus dias de
glória e bons negócios, Waldir Neder olha desanimado para o pequeno movimento num sábado de maio. Em outros tempos, sua loja estaria este mês cheia de compradoras, moças, mães e adoles-centes românticas e sonhadoras.Todas procurando vestidos
de casamento na rua São Caetano, na capital paulista, conhecida como o paraíso das noivas, com suas 54 lojas, quase uma ao lado da outra.
“Só não fechei minha loja ainda”, queixa-se Neder, “porque continuo vendendo bem artigos menores”. (segue)
Neder põe a culpa na crise econômica e na mudança de costumes.
À direita, o casamento da sobrinha Liliane, nove anos atrás.