Edição de Natal

Adorei a edição de Natal, rica em revelações e notícias. Fiquei emocionada com o drama daquela carioca que escapou por pouco de duas anorexias e agora se sente realizada e feliz com seu peso. São histórias assim, de interesse humano, que fascinam os leitores. Quero mais. Clotilde Vieira, Maringá, PR.

Outras virão, Clotilde, mas sem anorexia.

Papai Noel rico

Há 15 anos me visto de Papai Noel para trabalhar em lojas e festinhas aqui na minha cidade. O pagamento é uma miséria, o trabalho é cansativo e já pensei várias vezes em abandonar tudo, mas nunca consigo. O Papai Noel que vocês mostraram na edição passada é que feliz, com aquele salário milionário. Perguntem a ele se não precisa de um assistente, sou candidato e vou correndo ajudá-lo. Gustavo Pedrini Costa, Ubá, MG.

Nicolau Geld, o Papai Noel da reportagem na edição passada, informa que, no momento, não precisa de assistentes. Mas se houver alguma candidata a Mamãe Noel, é só enviar foto e currículo.

Beto agradou

Parabéns pelo novo colunista, Beto Cult. O homem é mesmo culto e sabe das coisas. Célio Silvestre, Queluz, SP.

Puxa, que show de cultura e conhecimento deu o Beto Cult. Parabéns para ele e para o Sacolão também. Mira Helena Alvim, Pelotas, RS.

O Beto Cult é de longe o melhor e mais inteligente colunista de vocês. Quero mais e mais. Eduardo Gomes Leite, Caruaru, PB.

Enfim, um colunista que tem o que dizer, e o faz com talento e cultura. Viva o Beto Cult! Mario Augusto Segretti, Belém, PA.

“Vermelhão”

O perfil que vocês fizeram do crítico de cinema Jean-François Silva (última edição) revela bem que tipo de homem ele é. Um comunistóide ultrapassado, “vermelhão” pré-muro de Berlim, uma aberração em pleno século 21. Ponham gente melhor e mais atual no lugar dele, por favor. Joseph McCarthy de Almeida, Belo Horizonte, MG.

O Sacolão é veículo liberal, paladino da liberdade de expressão, qualquer que seja ela, McCarthy. E mais: nossa filosofia tem como fundamento o daltonismo: todas as cores são iguais.

Jean-François

Sempre acompanhei com interesse as críticas e comentários de Jean-François Silva, e após aquele perfil dele na edição passada, passei a conhecê-lo melhor e admirá-lo mais ainda. Percebe-se que é intelectual sério, de sólidos princípios tradicionais de esquerda, daqueles que não se curvam ao linguajar estrangeiro e ao imperialismo norte-americano. Aldo M. Rebelo, Brasília, DF.