Ricos, pobres e vilões

O empresário e bilionário Renan Malheiros, eleito por uma revista estrangeira como o 34º brasileiro mais rico do mundo:
“Sem dúvida que Deus e o governo me ajudaram, mas a maior parte da minha fortuna devo ao meu esforço pessoal.”

O hacker Bill Hates para os repórteres que o esperavam na porta da penitenciária, onde cumpriu pena de seis meses:
“Quando é que vocês vão parar de infernalizar minha vida?”

O gramático Alceu Constábile, sobre a nova mania de repórteres e apresentadores de televisão de dar ênfase na primeira sílaba de todas as palavras:
“Além de grave deturpação da língua, essa gente da televisão está inventando o que não existe, a palavra proproparoxítona.”

O ex-professor Gabriel Tolentino, agora morando numa favela:
“Eu queria ser pobre só por um dia, porque ser pobre a vida toda é um inferno.”

O traficante Hernando Beira Rio sobre as suas muitas idas e vindas a presídios em todo o país:
“Já ganhei milhagem suficiente para voar e fugir para bem longe do Brasil.”

O ambulante Jovino Dias para a deputada Martha Muricy, que caiu ao chão após quebrar o salto do sapato:
“Relaxa e goza, dona Martha.”