ANO XIII NÚMERO 146

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Por Gertrude Istein

Fotos Caco Lima

Primeira associação de lésbicas radicais do país é aberta no Rio

Hilda Klunk, a fundadora, e as companheiras Galina e Colette

Partido faz aniversário

Quatro cariocas
acabam de fundar
o Lésbicas Unidas,
Autônomas e Radicais
(Luar), cuja filosofia
é manter vivas,
imutáveis e bem
visíveis suas posições
sexuais tradicionais.

Tudo se perde e se acha
no “saldão do carnaval”

Quase um mês
depois, a folia não
acabou para muita
gente. Pessoas sem
saber quem são, obje-
tos de todos os tipos,
alguns muito estra-
nhos e inesperados,
esperam pelos donos
nos achados e
perdidos. (segue)

Entre as exigências
para se pertencer ao
grupo as sócias
devem deixar crescer
bigodes como os
homens.
Hilda Klunk, 37 anos,
fundadora da
entidade, diz ser
“lésbica desde
mocinha” e jamais

abriu mão de suas
convicções.
“Ao contrário de
milhares que andam
por aí, se dizem
lésbicas e não passam
de aproveitadoras
para se promover
como moderninhas
e liberadas.
(segue)

Depois da folia, moça sem memória foi achada
numa pilha de foliões desmaiados

Marcelo Rother, Rio
Rui Rei, São Paulo
Josué Paixão, foto